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“NÃO BASTA SABER, É PRECISO SABER FAZER”

O patrono e protótipo do Grupo UNIASSELVI, Leonardo da Vinci, fundamentou sua vida e suas ações no seguinte lema: dalla mente alle mani. Numa tradução bem literal quer dizer: da mente às mãos, isto é, é necessário que aquilo que está na mente possa se concretizar, materializar-se, possa ser feito. O Grupo UNIASSELVI resolveu adotar esse lema e dar-lhe uma conotação atual, ou seja, de enquadrá-lo na ciência e no conhecimento socialmente aceito: “Não Basta Saber, é Preciso Saber Fazer”.

O conhecimento hoje é aceito como tal quando pode ser transformado em ação, do contrário é apenas retórica, falácia e utopia que não condiz com os valores da ciência dos tempos atuais. O conhecimento, a ciência, é a atividade humana que descreve e explica os diferentes campos da realidade, buscando introduzir mudanças nos mesmos. O conhecimento, portanto, requer uma atitude ativa e não contemplativa, já que a finalidade é operar sobre a realidade para transformá-la.

Há muito tempo o filósofo ensinou: “a questão não é apenas compreender o mundo, a questão é transformar o mundo”. Para isso é necessária a ação. Não se trata de um mero utilitarismo desmedido, trata-se de buscar a compreensão do que é “conhecimento”, que, no limite, é ter a competência e/ou habilidade e/ou aptidão de dar respostas aos problemas que se apresentam, sejam eles de compreensão, de aplicação, de avaliação e/ou de conhecimento, nos seus aspectos teóricos, práticos, existenciais, operacionais e valorativos.

A competência aqui apregoada é definida como o conhecimento em ação, a habilidade reconhecida do “fazer” e a aptidão que se manifesta no modo de agir sobre a realidade. Não Basta Saber, é Preciso Saber Fazer. Parodiando o apóstolo que diz: “a fé sem obras é morta”, pode-se afirmar que “o conhecimento sem a ação é morto, não existe, é mera falácia”.


"CADA UM TEM QUE CONSTRUIR SUA HISTÓRIA"

Este é o segundo princípio norteador do Grupo UNIASSELVI. Pensou-se em mudar o “tem que” por outro verbo ou expressão como, por exemplo, “cada um deve construir a sua história”. Todavia, a expressão “tem que”, embora não soe muito bem, traduz melhor o papel que cada um tem que desempenhar na construção da sua vida, em todas as suas dimensões. Neste palco, cada um tem que ser ator e não um mero artista.

Dentro do palco da vida, cada indivíduo tem virtudes e limitações próprias, ou seja, não há uma forma humana igualitária, como pregam algumas doutrinas; sem dúvida, isto levaria a uma utopia paralisante. As ações de cada ator não são distribuídas, são construídas; cada pessoa constrói a sua história e o seu papel dentro da sociedade.

Nesta corrida em busca da própria construção há aqueles que largam com vantagem e outros que partem em desvantagem. Todavia, não importa a situação da partida, o que importa é que todos precisam entrar nesta corrida em busca da construção da sua história, seja no seu sentido material, seja no seu sentido espiritual.
Este princípio está também diretamente ligado à educação. A aprendizagem é resultado da construção ativa, feita pelo sujeito, ou seja, o indivíduo deve desenvolver hipóteses próprias acerca do funcionamento do mundo e deve colocá-las à prova permanentemente. Sua competência é o conhecimento em ação, é uma habilidade reconhecida, é uma capacidade que se manifesta no modo de agir sobre a realidade.

Há muitos que entram nessa corrida armados com a atitude negativa, lamentando-se da falta de oportunidades. Esse caminho produz somente indivíduos infelizes e insatisfeitos. Os críticos negativos somente destroem; os otimistas é que constroem a si mesmos e conseguem modificar a sociedade.

O Grupo UNIASSELVI, ao assumir esse princípio norteador, vê em cada um de seus professores, funcionários e acadêmicos, um indivíduo que deu a largada, independentemente da vantagem ou desvantagem inicial, e está prosseguindo nesta caminhada em busca de sua construção pessoal e profissional. Os frutos serão colhidos, paulatinamente, ao longo do caminho; o fruto maior será a compreensão de que, neste palco da vida, “cada um tem que construir a sua história”.

“FORMAÇÃO DE EMPREENDEDORES”

Este é o terceiro princípio norteador de toda atividade do Grupo UNIASSELVI. Não se trata apenas de pregar uma idéia, trata-se de agir de forma empreendedora em todos os setores da instituição. Como exemplo, podemos citar o próprio diário de classe do professor. O Grupo UNIASSELVI não se fixou apenas numa lista de nomes. Colocou as fotos dos alunos com o seu respectivo contato (telefone, endereço etc.), para que o professor que tem a memória visual mais desenvolvida pudesse conhecer melhor sua classe e para que pudesse se comunicar com o acadêmico, quando necessário. O empreendedorismo não se ensina, se faz. O exemplo não é a melhor forma de educar para o empreendedorismo, é a única. Desta forma, a instituição ou empresa, como um todo, deve ser empreendedora.

Empreendedorismo é a filosofia ou posição diante da vida que ensina que a vida pode ser reinventada a cada momento; se você não encontrou um emprego, crie um para você. É uma filosofia que ensina que em tudo existe um dever a nossa espera, na próxima dobra da vida. É uma filosofia que nos ensina que em cada um de nós existe um inventor, um criador que precisa ser liberto. É uma filosofia que nos ensina que é preciso correr algum risco.

Nada é mais letal para a pessoa do que se conformar com a rotina, mãe da monotonia e cortina que encurta horizontes. Aliás, para um espírito aberto não existe rotina absoluta, ele sempre será capaz de enxergar, ainda que por um tênue fio de luz, um espaço para o diferente.

Assim, ser empreendedor é, em resumo, exercitar a diferença e, nessa condição, buscar a produção do novo. Não se forma empreendedor com aulas de empreendedorismo, ele se forma num ambiente empreendedor. Em aula se apreende algumas diretrizes.

Não importa a posição que se ocupa no arranjo técnico-social da organização a que se está ligado; não importa a posição que se ocupa no arranjo do quadro social, sempre será possível vislumbrar algo de novo, de diferente que possa ser feito. É preciso educar-se para essa possibilidade.

“A NEGOCIAÇÃO: PARADIGMA DO RELACIONAMENTO HUMANO”

Este é o quarto princípio norteador das ações do Grupo UNIASSELVI: “A negociação como paradigma do relacionamento humano”. Nenhuma pessoa ou organização detém todo o saber, todo o poder, todo o tempo, todos os instrumentos, todos os interesses, todos os gostos, todos os sonhos. Todos são portadores de limitações. As limitações colocam cada indivíduo e cada organização em relação com o outro. A partir daí, começa um processo de negociação constante.

A negociação, para chegar a bom termo, deve ser conduzida sob os princípios da ética, da moral e da lei. Esses princípios não se negociam, são pressupostos básicos para se iniciar qualquer negociação. Portanto, negociar e sempre negociar é fundamental, tendo, porém, como base, o princípio da ética. A ética implica sempre na clareza, na sinceridade, na honestidade e na verdade na formulação de propostas. Por outro lado, a negociação exige muita dedicação, aplicação e persistência em sua execução. Nesse processo, cada pessoa e/ou cada organização se faz ator, companheiro, colaborador e parceiro de um mesmo e único objetivo que deve satisfazer a todos.

A negociação, como paradigma do relacionamento humano moderno, não pode faltar em nenhum grupamento de pessoas, seja este uma família, uma instituição, uma sala de aula, uma empresa ou uma nação. Todavia, a flexibilidade, exigência indispensável num processo de negociação, não implica em abdicar dos princípios e normas, da ética e da moral.


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By Natela